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LIXO DOMÉSTICO - HOSPITALAR


VEJA COMO PROCEDER. A MANEIRA CORRETA DE PROTEGER A TODOS E AO MEIO AMBIENTE

Procedimentos com o Resíduo Sólido Hospitalar Doméstico

O Resíduo de Serviço de Saúde – RSS - resulta de atividades exercidas nos serviços definidos no artigo 1º da RDC ANVISA Nº. 306/04 – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Devido às características, necessita de processos diferenciados em seu manejo, exigindo ou não tratamento prévio à sua disposição final.

O Resíduo Sólido Hospitalar ou Doméstico mais comumente denominado “lixo hospitalar ou resíduo séptico”, constituem séria questão para os administradores. O desenvolvimento e a falta de informações entre funcionários, pacientes, cuidadores e familiares sobre o que fazer com os resíduos, faz com que sejam ignorados, ou recebam tratamentos com excesso de cuidados.

Resíduo hospitalar representa perigo à saúde e ao meio ambiente.
Portanto, os cuidadores e familiares que acompanham pacientes em casa devem ser cautelosos, se informar e trabalhar procedimentos para um destino final correto.

Estes resíduos podem ser: ataduras, gazes, fitas adesivas para curativos, curativos em geral, seringas e agulhas, lâminas de bisturi, restos e frascos de medicamentos, fraldas e outras descartáveis utilizadas em pacientes mantidos em casa com home care ou cuidador treinado.

Se os resíduos são depositados conforme norma estabelecida pela ANVISA, não há perigo nem riscos para o meio ambiente. Evitaremos a contaminação do solo e águas superficiais e profundas, riscos para os seres humanos e animais em decorrência da ingestão de alimentos ou água contaminada.


O que são os Resíduos Sólidos:

Resíduos em estado sólido ou semi-sólidos e líquidos cujas características tornam inviável seu lançamento na rede pública de esgotos.

Resíduos do Grupo A apresentam riscos devido à presença de agentes biológicos. Devem ser acondicionados em sacos plásticos grossos, branco leitoso e resistente com simbologia de substâncias infectante. Estes materiais devem ser esterilizados ou incinerados e nunca reciclados. Os restos alimentares in natura não podem ser encaminhados para a alimentação de animais.

  • Sangue hemoderivados;
  • Excreções, secreções e líquidos orgânicos.
  • Meios de cultura
  • Tecidos, órgãos, fetos e peças anatômicas.
  • Filtros de gases aspirados de áreas contaminadas
  • Resíduos advindos de área de isolamento
  • Resíduos alimentares de área de isolamento
  • Resíduo de laboratório de analise clinica
  • Resíduos de laboratórios de atendimento ambiental
  • Resíduos de sanitários de unidade de internação
  • Objetos perfurocortantes provenientes de estabelecimentos prestadores de serviços de saúde.

Os estabelecimentos que cuidam da saúde devem ter um responsável técnico, devidamente registrado em conselho profissional, para o gerenciamento de seus resíduos.
Devemos ser organizados e cuidar de nossa parte, principalmente em casa, para a promoção de nossa saúde e bem estar das famílias.

Se você Cuidador ainda não sabe o que fazer com seu resíduo hospitalar doméstico, remédio vencido, frascos de medicamentos vazios, procure se orientar com o médico responsável ou o farmacêutico mais próximo. Recorra às normas da ANVISA para se informar quanto armazenagem em recipientes adequados e descarte final correto.

Site ANVISA: www.anvisa.gov.br
Tarcisio Martins, jornalista e membro da APC.

Mande suas dúvidas ou comente pelo nosso contato.

 

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