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Sindrome do Crepúsculo

Geralmente ocorre proximo às 17hs, com a chegada da noitinha, com o pôr do sol.

Ao entardecer os doentes, dependentes crônicos, dependentes psiquicos, pacientes especiais, experimentam uma sensação inexplicável de tristeza.
Muitos sentem-se inquietos, assustados, medrosos, e isto tem a ver com o cair do sol e inicio da noite. Tem a ver com a baixa luminosidade, com o fato de que a noite está chegando.

Foi diagnosticado como Sindrome pois apresenta sempre caracteristicas iguais, com comportamentos que comprometem a vida cotidiana, por vezes beirando crise. Não são fatos isolados e repetem-se todos os dias.

Não há razão aparente e o mêdo de que algo aconteça, estará presente sempre. Importante que Cuidadores e familiares conheçam estes sintomas e aceitem o fato como uma doença. Não deixe que seus pacientes fiquem incomodados, fiquem sozinhos, ou fazendo alguma atividade que exija concentração. Acendam as luzes, ilumine o local e faça com que estejam acompanhados de pessoas de sua confiança para aumentar a segurança.

Não deixe para este horário fazer exercicios ou tomar banho, pois o mêdo pode atrapalhar. Demonstre entender esta agonia e tristeza, solidarize-se fazendo algo positivo e sempre acompanhe com calma.

Se quiser permanecer em silêncio aceite e vigie. Se estiver agitado acalme-os com paciência e delicadeza. Com o tempo vão descobrir uma cadeira, um cantinho, um sofá, enfim um espaço em que estejam sempre para que este horário passe. Partilhe com eles este momento delicado e de introspeção.

Em todas as idades pode existir esta sindrome e muitas vezes precisa de medicação adequada dependendo do grau de depressão que apresente. Peça orientação ao médico responsável e você Cuidador informe-se a respeito para conduzir bem seu trabalho e ajudar.

Outros medos, como de chuva, trovões, bichos, sombras precisam ser respeitados e o Cuidador evitar que o paciente seja submetido a eles, com presença constante e acolhimento.

Este texto faz parte do livro "Vidas Partilhadas- Amor à sua Saúde", de autoria de
Rregina Valéria de Vasconcellos Lima.

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