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Doenças que causam dependência (Parte 1)

Doenças que causam dependência parcial ou total.


OLÁ,
O conhecimento é a maneira mais eficaz para prevenir doenças.

Para os CUIDADORES é ferramenta para atender seu paciente, com total responsabilidade, qualidade e direcionamento. Estou fazendo as pesquisas e escrevendo estas matérias para ajudá-los a montar seu guia pessoal.
Você pode mandar sugestões pelo nosso email de contato, que teremos
o maior prazer em atendê-lo. Obrigada!

Doenças que causam dependência parcial ou total.

1-Mal de Parkinson e outras doenças neurológicas.

Todos sabem que o sistema nervoso central é a parte mais nobre do organismo e, que com passar dos anos sofre de um processo degenerativo.

Tanto devido a arterioesclerose ( colesterol depositados nas artérias do cérebro, causando os derrames ) como ao deposito de substancias complexas nos neurônios que complicam a memória - os movimentos do corpo que são comandados pelas ordens enviadas do cérebro.Como isso ocorre com a idade são chamadas de doenças degenerativas.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) as doenças neurológicas, degenerativas como demências (Alzheimer) e a doença de Parkinson, afetam até 1 bilhão de pessoas no mundo todo e a proporção está crescendo com o envelhecimento da população mundial

As doenças neurológicas incluindo os derrames, o mal de Parkinson e lesões cerebrais - matam cerca de 6,8 milhões de pessoas por ano, o que equivale a 12% de todas as mortes do mundo.As doenças neurológicas estão atingindo uma proporção significativa nos países com uma porcentagem crescente de população com mais de 65 anos.O mal de Parkinson, por exemplo, atinge 1% da população mundial acima dessa idade.

Cerca de 50 milhões de pessoas no mundo sofre de epilepsia ( que não é doença degenerativa), a maioria dos epilépticos vivem nos países em desenvolvimento, onde a enorme maioria não toma regularmente medicamentos para impedir as convulsões.

Pesquisas recentes apontam que o número de pessoas afetadas pelo mal de Parkinson deve dobrar, em 23 anos, nos 16 principais países do mundo, incluindo o Brasil.A doença, que tem o poder de degenerar o sistema nervoso central, tem maior incidência entre pessoas acima dos 65 anos. No Brasil, cerca de 400 mil pessoas são portadoras da doença e, de acordo com a OMS - Organização Mundial da Saúde, 1% da população mundial acima de 65 anos sofre desse mal.

Para chamar a atenção do mundo sobre a doença, foi criado o “Dia Mundial do Parkinson” que acontece todo dia 11 de abril.

A Doença de Parkinson, é neuro degenerativa, causa movimentos repetitivos e não tem cura. Destrói os neurônios produtores de dopamina (neurotransmissor que estimula o sistema nervoso central) no cérebro. O tratamento mais comum é feito à base de medicamentos.

Mas já existem cirurgias neurológicas para tratar o mal de Parkinson, além de distonia (espasmos musculares involuntários que produzem movimentos e posturas anormais), epilepsia, coreia (doença que afeta as capacidades motoras individuais, bem como as capacidades intelectuais e emocionais), síndrome de Gilles de la Tourette (caracterizada por movimentos musculares repetitivos e arroubos vocais, repetições da mesma frase inúmeras vezes, sem perceber ) entre outros distúrbios. O principal distúrbio de movimento tratado cirurgicamente é a doença de Parkinson.

A cirurgia é reservada apenas para problemas refratários ao tratamento medicamentoso e visa a modular a atividade anormal de determinados núcleos profundos cerebrais relacionados ao controle do movimento. O procedimento se resume a métodos avançados de computação gráfica que determinam a precisa localização e implantação de eletrodos que modulam circuitos cerebrais responsáveis pelos sintomas da doença. Essa cirurgia já é realizada rotineiramente no Brasil.

Essa cirurgia é chamada de neurocirurgia funcional M.Poukfar e colaboradores neurocirurgiões indianos investigaram se a simples inserção de eletrodos para a estimulação cerebral profunda do núcleo subtalâmico pode alterar metabolismo cerebral regional, na ausência de estimulação.

Dra. Regina Valéria - presidente APC - responsável pela pesquisa e montagem do Guia CUIDADOR
Fonte :: J Neurosurg. 2009 Mar 20
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