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PARALISIA FACIAL

A Paralisia facial periférica decorre da interrupção do influxo nervoso de qualquer um dos segmentos do nervo facial.

Seu acometimento resulta em paralisia completa ou parcial e pode estar associada a: distúrbios da gustação, salivação e lacrimejamento, hiperacusia e hipoestesia no canal auditivo externo.

A paralisia facial periférica requer tratamento especializado e a fisioterapia tem como objetivo restabelecer a mímica facial.

Então Cuidadores, a paralisia facial pode ser consequência de varias enfermidades neurológicas e podem indicar uma anormalidade, quando aparecem.

O médico neurologista dará o diagnóstico e o fisioterapeuta fará o tratamento, muitas vezes com o auxilio de um fonoaudiólogo.

O tempo de recuperação depende gravidade das sequelas neurológicas.
O envolvimento emocional do paciente é muito grande nestes casos, pois envolve a estética.
Pode ser também um tratamento com auxilio da acupuntura e auricoloterapia.

O mais importante é um bom diagnóstico.

Cuidadores fiquem atentos aos movimentos faciais e de expressão de seus pacientes e, quaisquer anormalidades comuniquem ao médico.


A melhor forma de diminuir as sequelas é  tratar logo seja feito o diagnóstico, e para isso os Cuidadores são de vital importância, pois diariamente podem descobrir anormalidades.


Pesquisa e Matéria escrita por: Regina Valéria – dentista e presidente APC

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